Nem o ano começou e todos os sonhos foram por água abaixo.
Hoje estive com o ortopedista e após 12 dias da retirada de parte do Ilizarov, foi constatado que o osso está fraturado novamente.
Estou sem rumo, sentindo um vazio no peito... não sei de onde tirar forças pra recomeçar tudo...
É muito duro saber que após exatos 312 dias com a gaiola, terei que passar por nova cirurgia, nova colocação de um novo aparelho (Ilizarov) no úmero e fazer um enxerto ósseo.
Amanhã ou depois, vou entrar com o pedido no plano de saúde para fazer a cirurgia, enfim, já ganhei antecipadamente meu presente de aniversário.
Bom, não vou escrever mais nada pra não ser injusto ou escrever alguma besteria.
Este blog foi criado para ser uma espécie de diário e ao menos, deixar meu testemunho para quem possa interessar ou estiver numa situação parecida com a minha, mas, acabo de tomar uma decisão: somente voltarei a escrever por aqui quando realmente as coisas melhorarem para mim.
A decepção e a angústia deste momento, é muito, mas muito grande...
Caro Amigo,
ResponderExcluirEstou passando por sofrimento semelhante com o meu filho, ele ja fez tres cirurgias.
A primeira o ortopedista colocou uma aste errada.
a segunda cirurgia foi para colocar a aste correta.
Apos um anos o femur fraturado(quebrado) não consolidou e na terceira cirurgia o ortopedista soltou dois parafusos da parte de cima do femur para estimular a consolidação.
Apos esse uma ano de angustia estamos correndo o risco de uma quarta cirurgia para enxerto osseo.
Um pergunta, voce já ouviu ou usou o aparelho chamado Physio-Stim?
Puxa, lamento por seu filho também estar nessa situação...
ResponderExcluirUtilizei o Physio Stim (da Orthofix) 6 meses ininterruptos com muita disciplina, porém ele não ajudou muito. Possivelmente após a nova cirurgia, voltarei a contatar a Orthofix para que eles recarreguem o aparelho por mais 6 meses de graça ou vou pedir de volta o pagamento, conforme cláusula contratual.
Se vc quiser trocar maiores experiências, pf, me envie um e-mail: fgemi@hotmail.com
Abraços, Flavio Gemi